M365Pwned: ferramenta de exploração do Microsoft 365
março 11, 2026

M365Pwned: ferramenta de exploração do Microsoft 365

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M365Pwned: ferramenta de exploração do Microsoft 365

Uma nova ferramenta voltada para testes de invasão e simulação de ataques em ambientes corporativos foi divulgada publicamente e já chama a atenção da comunidade de segurança. O toolkit, chamado M365Pwned, permite enumerar usuários, buscar informações e extrair dados de ambientes Microsoft 365 por meio da API Microsoft Graph.

A ferramenta foi desenvolvida por um pesquisador de segurança conhecido como OtterHacker e foi criada para uso em atividades de red team e avaliação de segurança em organizações que utilizam o ecossistema Microsoft 365.

 

Como funciona o M365Pwned

O toolkit é composto por dois aplicativos com interface gráfica (GUI) baseados em WinForms, desenvolvidos em PowerShell 5.1. Seu objetivo é facilitar a interação com serviços do Microsoft 365 após um comprometimento inicial do ambiente.

Conteúdo do artigo
Imagem: Cyber Security News

Os dois principais módulos são:

  • MailPwned-GUI.ps1 – focado em ambientes de Exchange Online e Outlook, permitindo pesquisar e acessar conteúdos de e-mail.
  • SharePwned-GUI.ps1 – direcionado a SharePoint e OneDrive, possibilitando localizar e extrair arquivos armazenados nesses serviços.

Essas ferramentas utilizam tokens OAuth de aplicações para acessar os recursos da organização, o que significa que, uma vez obtido o token, não é necessário realizar interação direta com o usuário para coletar informações.

 

Uso da Microsoft Graph API

O funcionamento do M365Pwned depende da integração com a Microsoft Graph, a plataforma de APIs que conecta diversos serviços do ecossistema Microsoft, incluindo Microsoft 365, Azure e Windows.

Por meio dessas APIs, a ferramenta consegue consultar dados corporativos e executar operações dentro do tenant da organização, algo que pode ser extremamente útil em testes de segurança ofensiva — mas que também pode representar risco se explorado por atacantes.

 

Riscos para organizações

Embora o objetivo da ferramenta seja auxiliar profissionais de segurança, especialistas alertam que ferramentas de red team frequentemente acabam sendo reutilizadas por atores maliciosos após sua divulgação pública.

Se um atacante conseguir obter permissões válidas ou tokens OAuth associados a aplicações corporativas, ferramentas como o M365Pwned podem facilitar atividades como:

  • Enumeração de usuários e recursos do tenant
  • Busca por e-mails sensíveis
  • Download de documentos corporativos
  • Coleta de dados armazenados em SharePoint e OneDrive

Esse cenário reforça a importância de monitorar permissões de aplicações, tokens OAuth e integrações com APIs corporativas.

 

Como se proteger

Especialistas recomendam algumas medidas para reduzir os riscos associados a esse tipo de ferramenta:

  • Revisar regularmente permissões de aplicações registradas no Microsoft Entra / Azure AD
  • Monitorar uso anômalo da Microsoft Graph API
  • Aplicar políticas de least privilege para aplicações corporativas
  • Auditar tokens OAuth e revogar acessos suspeitos

Com o crescimento do uso de APIs e integrações em ambientes corporativos, ferramentas como o M365Pwned evidenciam como tokens de aplicações podem se tornar um ponto crítico de segurança dentro do Microsoft 365.

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